terça-feira, 20 de novembro de 2007

Eternally...


Fique aqui não saia ainda
não me abandone
olhe ao redor estou sozinho ..

Sente se ao meu lado
Respire.. respire comigo
Não solte.. não deixe cair ..

Não tenha medo de errar
pegue a coroa do sol
ilumine nosso caminho

Fale algumas palavras
entre em minha mente.
Fique com ela

Leves mordidas
lábios quentes... se movem com o
vento frio.. a algo em minha mente.
E é você .

Não é pouca coisa
Vou ficar aqui um pouco
Não me deixe agora
Este não é o fim .


de:Jorge Reis. para: Isabela.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Coureurs


Não há nenhuma razão para não ir



Você domina meu tempo
Como meus pequenos livros
Queria pôr você sobre seu caminho

Sobre fortes paredes
Sobre grandes corredores
Bancos de madeira

Seus pés não estão cansados
Minhas pernas estão quebradas
Não posso mais te acompanhar

Você nunca o fará?
Mas sempre igual,
escondo meus medos.


Jorge Reis

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Comfortably Numb.


Confortavelmente Entorpecido

Olá?
Há alguém aí?
Acene se você puder me ouvir
Há alguém em casa?
Agora vamos,
Ouvi dizer que você está mal
Bom, eu posso diminuir sua dor
Te deixar de pé de novo

Relaxe
Eu preciso de algumas informações, primeiro
Apenas coisas básicas
Você pode me dizer onde dói?

Não há dor, você está desaparecendo
Como a fumaça de um navio
Distante no horizonte
Sinto você apenas em ondas
Seus lábios se movem, mas
Não consigo ouvir o que você diz
Quando eu era criança eu tive uma febre
Minhas mãos pareciam dois balões
E agora, eu tenho essa sensação novamente
Eu não consigo explicar, você não entenderia
Esse não sou eu
Eu me sinto confortavelmente entorpecido

Ok
Apenas uma picada
Não haverá mais... aaaaaahhhhh!
Mas você pode sentir um mal estar
Você pode se levantar?
Eu acredito que esteja funcionando. Bem.
Isso manterá você em pé
Vamos, agora você tem que ir

Não há dor, você está desaparecendo
Como a fumaça de um navio
Distante no horizonte
Sinto você apenas em ondas
Seus lábios se movem mas
Não consigo ouvir o que você diz
Quando eu era criança eu tive uma visão fugaz
No canto do meu olho
Eu me virei para olhar mas já tinha sumido
Eu não consigo alcançá-la agora
A criança cresceu e o sonho se foi
Eu me sinto confortavelmente entorpecido



Comfortably Numb - Pink Floyd. Jorge Reis

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Blues of the half night



All night I see the moon
and all night the moon says
that the time to me this depleting

All night I see time to pass
and I do not obtain to hold my life
I pass with the moon

You look at it you walk narrow
Lost I in this confusion you follow the sound of the moon

Blues of the moon
devastates part of the night
without sleep it passes
touching the guitar

With a blue melody
a red moon is born
blood spilled in blues of the half night.


Jorge Reis .

domingo, 7 de outubro de 2007

Sweet melody of its lips


Ventos sopram seus cabelos
ainda molhados com uma
cor de primavera

Cores que não deixam
faltar sua essência
Moldando seu rosto
com a pele ainda aquecida

Doce melodia
de seus lábios
olhando seus olhos
dormindo apertado

Eu amo ver seu sorriso
Seu abraço permanece quente
mantendo meu sonho vivo.


Jorge Reis.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Invitation of the Moon



Convite da lua.


A convite da doce lua
que ilumina noites sem
esperanças apagadas por
caminhos ocultos e separados


Falsa esperanças florescem
Levando meu sono
Eu fecho meus olhos
Sim foi a lua que
decifrou meus segredos

Cai cansado ao seu lado
Você acaba com a dor
com um olhar.

Me deixando confortável
com um aperto de mão
você me leva a esperança.

Pois a convite de
sua beleza a lua se
desfaz em inveja
Me acordando do sonho
levando meus segredos.



De: Jorge Reis Para :Marcelle

domingo, 19 de agosto de 2007

Old the pretty field.


Passo a passo caminho pelo velho
e pelo novo
pelo verde que nasce
com a morte do velho

Alimentando a alma da
satisfação com o bom sol antes das
trevas brilhantes caírem
pelo velho e lindo campo

Como? como? e se você ouvir?
o som do vento soprando pelo
velho e lindo campo
onde minhas lembranças
vivem e morrem.



Jorge Reis.